Foi aprovado no Comité Permanente da Agricultura Biológica que se realizou nos dias 16 e 17 de Janeiro último, o novo logotipo que passará a estar associado aos produtos provenientes do Modo de Produção Biológico. As preocupações inerentes à criação deste símbolo, por parte da Comissão Europeia, estiveram baseadas na necessidade de criar uma imagem abrangente, que fosse utilizável para todas as áreas deste modo de produção, e em todos os Estados-Membros. Por outro lado, preocupações com a simplicidade de elementos visuais, número de cores a utilizar, dimensão e possibilidade de reprodução a preto e branco, foram também tidas em consideração de modo a permitir um leque de opções aos operadores e custo de reprodução adequado. As aplicação do logotipo agora aprovado entra em vigor no terceiro dia após publicação do regulamento, estando previstas medidas transitórias para existências em stock, quer de rótulos impressos com a anterior imagem, quer de produtos embalados previamente à publicação do regulamento. O documento aprovado encontra-se aqui disponível para consulta, ainda que apenas na versão em língua inglesa, votada no Comité. Fonte Ministério da Agricultura
Novo Logotipo na Agricultura Biológica
2 02 2008Comentários : Leave a Comment »
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Câmara de Alfândega da Fé quer certificar todos os produtos biológicos locais
8 01 2008Fazer do concelho uma referência da agricultura biológica é um dos objectivos da Câmara de Alfândega da Fé. Para o efeito a autarquia assinou um protocolo com uma empresa de controlo de produtos biológicos que prestará auxílio aos agricultores, com custos suportados pela autarquia.
A Câmara de Alfândega da Fé divulgou que vai apoiar a certificação dos produtos de agricultura biológica para incentivar os agricultores a apostarem nesta área.
Outro dos objectivos da autarquia é fazer do concelho uma referência nacional na agricultura biológica.
A autarquia transmontana assinou um protocolo com uma empresa de controlo e certificação das produções biológicas, a Sativa, que garantirá o apoio e serviços técnicos necessários aos agricultores, com os custos suportados pelo município.
O presidente da Câmara, João Carlos Figueiredo, disse à Lusa ainda não ter “uma projecção dos custos financeiros para a autarquia”, mas, independentemente dos montantes envolvidos, entende tratar-se de “um custo social para ajudar os agricultores e promover a própria agricultura”.
Custos elevados da à certificação dos produtos biológicos
Segundo João Carlos Figueiredo, “um dos principais problemas com que os pequenos produtores se deparam é o dos custos elevados inerentes à certificação dos produtos biológicos, facto que inviabiliza muitas das vezes a certificação”.
De acordo com o autarca, o protocolo agora celebrado permite que os técnicos possam começar a trabalhar de imediato com os agricultores, embora este processo só venha a ter resultados a médio ou longo prazo”.
O propósito da autarquia é criar condições para que o concelho de Alfândega da Fé se torne no primeiro do país a ter todos os produtos biológicos certificados.
Apoios ao escoamento
O concelho tem já alguns produtos integrados nesta categoria, nomeadamente o azeite, em que se pretendem integrar outros como o queijo, o mel, a amêndoa e a cereja. A mediadora será a empresa municipal de desenvolvimento de Alfândega da Fé, que terá como função prestar informação aos agricultores de modo a garantir o cumprimento dos requisitos europeus, e promover o escoamento dos produtos.
Fonte-Diário de Trás os Montes 5-2-2006
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Agricultura biológica é aposta municipal em Cantanhede
10 12 2007Beringela recheada, caldo verde, arroz malandro e novilho grelhado com batata, saladas, pão, azeitonas e até espumante. Tudo ingredientes 100% biológicos, quase todos produzidos na Quinta Piloto de Agricultura Biológica, que a Inova-Empresa Municipal está a desenvolver desde 2006 e que vai apresentar hoje durante um almoço biológico.
Alfaces, pepinos, couves, cebolas, pimentos, beterraba de mesa, alho francês, rabanetes, salsa, mangericão, cenoura e rúcola estão já a ser produzidos na quinta que pretende, sobretudo, chegar ao agricultor tradicional e mudar-lhe o hábito do recurso, fácil, a pesticidas e químicos. “O futuro vai dar-nos razão, as pessoas vão perceber que este tipo de agricultura é mais saudável”, afirma Cátia Oliveira, engenheira da Inova.
Valorização da Agricultura Biológica
A ideia de valorizar a produção biológica vai pegando. Numa banca, no mercado de sábado, ou na quinta, os principais clientes são os funcionários autárquicos e “muitas mães que procuram legumes para a sopinha dos bebés”, diz Cátia Oliveira, certa de que quem prova uma alface ou uma cebola biológica já não a troca por outra.
Em terra de agricultores, a luta passa também por desfazer “ideias erradas”. “Temos de combater a ideia de que os produtos biológicos não requerem acompanhamento. Não é só deitar na terra e vê-los crescer. Além disso não são produtos raquíticos e bichados conforme muita gente julga”, sublinha.
O preço é, de facto, mais elevado mas, explica, “em cinco semanas tenho uma alface de 800 gramas, perfeita, porque houve, um enorme cuidado em termos de profilaxia. Aplica-se realmente o provérbio são os olhos do dono que engordam os porcos”.
Vinho Biológico da Quinta do Vale Pequeno
O almoço será acompanhado de vinho tinto e espumante, também biológicos, oriundo da Quinta do Vale Pequeno, em Torres Novas. Foi em 1994 que Luís Mendes, engenheiro agrícola de formação, decidiu “acabar com o círculo vicioso da agricultura, nomeadamente da vinha, toxicodependente” e não se arrepende. Deixou de lado adubos e químicos e promove a fertilidade dos solos apenas com extractos de plantas ou outras soluções ecológicas. E a diferença, diz, nota-a quem prova os seus vinhos e azeite. Artigo do JN
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Nota de Imprensa do Ministério da Agricultura
2 12 2007Em nota de imprensa, o Ministério da Agricultura explica que a produção biológica é um sistema global da explorações agrícolas e de produção de géneros alimentícios que combina as melhores práticas ambientais, um elevado nível de biodiversidade, a preservação dos recursos naturais, a aplicação de normas exigentes em matéria de bem estar dos animais e uma produção em sintonia com a preferência de certos consumidores por estes produtos.
Ministério da Agricultura aposta na Agricultura Biológica
O Ministério da Agricultura tem apostado na expansão deste modo de produção assente em dois pilares, nomeadamente, estimular a conversão de sistemas de agricultura convencional para o modo de produção biológico, numa perspectiva de reforço da sustentabilidade ambiental, preservando, assim, os recursos naturais e a biodiversidade e reforçar a competitividade do sector agro-alimentar, através do apoio à expansão do segmento dos produtos biológicos, indo ao encontro das preferências dos consumidores para alimentos mais “seguros” e com padrões de qualidade elevados. Para operacionalizar a estratégia, definiu-se um quadro coerente de medidas de apoio ao modo de produção biológico no âmbito do PDR para 2007-2013, que abrange três níveis distintos, os quais, a promoção da competitividade; o desenvolvimento dos regimes de qualidade certificada e a conversão produtiva dos sistemas convencionais para o modo de produção biológico.
Retirado do site da Confagri
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Projecto Bio Rural premiado em Sever do Vouga
14 11 2007
O projecto Educação e Formação de Adultos “Jeito BioRural”, lançado, em 2004, pela Solidários – Fundação para o Desenvolvimento Cooperativo e Comunitário, de parceria com a Câmara de Sever do Vouga, foi um dos vencedores da fase nacional dos Prémios Europeus de Iniciativa Empresarial (European Enterprise Awards 2007).
Aparecimento das primeiras hortas biológicas e a criação de uma loja de produtos biológicos
O projecto, que envolve, nesta segunda fase, quinze mulheres rurais, ganhou o primeiro prémio na modalidade “iniciativa empresarial responsável”. Os prémios foram revelados na segunda-feira, no Centro Cultural de Belém (CCB), em Lisboa. Os European Enterprise Awards são promovidos pela Comissão Europeia com o objectivo de incentivar a iniciativa empresarial e divulgar as boas práticas que, nas diversas áreas, contribuam para criar um ambiente favorável ao desenvolvimento sustentado das economias. O projecto “Jeito BioRural”, que já abrangeu, desde 2004, 30 mulheres rurais com baixos níveis de escolaridade, sem qualificação profissional e uma ténue intervenção na vida das comunidades onde vivem, tem vindo a promover iniciativas destinadas a fomentar a aquisição de competências pessoais, nos âmbitos familiar e social, bem como as suas capacidades profissionais, procurando, simultaneamente, estimular a capacidade empreendedora local (auto-emprego). Os primeiros resultados do projecto, apoiado pelo Fundo Social Europeu e pelo Estado Português, começam, agora, a ser visíveis, com o aparecimento das primeiras hortas e de pequenos negócios vocacionados para a comercialização de produtos (hortícolas e frutos) biológicos. Na calha está a criação de uma loja de produtos biológicos, em Sever do Vouga, e a certificação destes produtos. Fonte JN Artigo de José C. Maximino
Nota do Quental Biológico
Já comercializamos produtos de Sever do Vouga em breve teremos mirtilo de Agricultura Biológica para disponibilizar aos nossos clientes.
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Produção biológica requer menos burocracia (Trás-os-Montes)
31 07 2007Ainda há muito a fazer para que se consiga uma adesão razoável à agricultura biológica em Trás-os-Montes e Alto Douro (TMAD), tanto por parte dos agricultores como dos consumidores. Os agendes locais partilham esta ideia, notando várias dificuldades na evolução do sector, nomeadamente a burocracia excessiva e a falta de fiscalização adequada. De qualquer modo, cerca de um quarto dos agricultores da região já enveredou por algum tipo de cultura biológica.
18.500 hectares e 400 agricultores em Agricultura Biológica em Trás-os-Montes
Segundo dados do Instituto de Desenvolvimento Rural e Hidráulica do ano passado, em TMAD, já há mais de 18.500 hectares ocupados por este tipo de produção, de que são responsáveis quase 400 agricultores. Olivicultura, fruticultura, apicultura, pastagens e produção de frutos secos são as principais apostas.
O presidente da associação Agriarbol, Dinis Martins, revela que “ainda há pouca gente a enveredar pela agricultura biológica”, porque, segundo concluiu, “não tem sido bem tratada, nomeadamente, em termos de divulgação e informação”.
Por seu lado, Artur Aragão, da Casa MC Rabaçal e Aragão Ldª, com sede em Alfândega da Fé, sustenta que este tipo de agricultura ainda se faz “por amor à camisa” e que “é de todos” a culpa das sua lenta evolução. “Têm culpa os produtores, os operadores e as associações. Não há uma grande divulgação junto do consumidor das vantagens dos produtos biológicos”, explica.
Para o empresário, outro problema do sector reside na burocracia. “Ao criarmos uma série de papeladas, estamos a afastar os agricultores de uma produção interessante”, observa, salientando que é preciso ter em conta a idade elevada e baixa instrução do agricultor de TMAD.
Os produtos biológicos não têm de ser mais caros
Artur Aragão reivindica também uma boa fiscalização, para “combater a fraude”. Defende que se analisem os produtos biológicos nos locais de venda, para ver se o são, responsabilizando quem venda gato por lebre.
O dirigente da Agriarbol, sediada em Macedo de Cavaleiros e com núcleos em Vila Flor, Alfândega da Fé e Torre de Dona Chama, diz que os produtos biológicos não têm de ser mais caros. Para os tornar mais acessíveis, defende “a evolução deste tipo de agricultura, de modo a permitir a descida dos preços”. Por enquanto, ainda não se nota muito, mas a tendência será essa se “se verificar uma maior adesão de agricultores ao modo de produção biológica”. Eduardo Pinto Fonte JN 31-7-2006
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Agricultura biológica: Ministro garante apoios mas exige certificação produtos
7 06 2007
O ministro da Agricultura afirmou hoje que o Governo vai apoiar a agricultura biológica, um sector com mercado e em crescimento, mas advertiu que vai haver uma grande exigência através da certificação dos produtos.
Vai haver apoios financeiros
“O que vim aqui dizer ao sector foi que vai haver apoios financeiros. Acreditamos que há mercado em potencial crescimento e que os agricultores têm aqui uma oportunidade de diferenciação, mas vamos ser exigentes”, disse Jaime Silva.
Certificação séria
“Vamos ter um plano que vai ser analisado anualmente e que vai ser revisto anualmente. Tem que haver uma certificação séria, não vamos criar muitas empresas de certificação porque têm que ser sustentáveis financeiramente”, especificou o ministro da Agricultura.
Jaime Silva falava aos jornalistas após ter presidido ao encerramento do 1º congresso de agricultura biológica que decorreu hoje em Alenquer.
Referindo que os consumidores têm que ter a garantia de que estão a consumir produtos biológicos, o ministro disse aos congressistas que “o Governo não pode aceitar que uma ajuda ambiental para cereal biológico não chegue ao consumidor porque, quando compra pão biológico, o cereal é importado”.
Durante o congresso, que reuniu cerca de 300 produtores de agricultura biológica foi, sobretudo, reclamado da parte do Governo uma “mudança de atitude” quanto a este modo de produção “amigo do ambiente”.
O vice-presidente da Interbio (Associação Interprofissional para a agricultura biológica), Alfredo Sendim, disse à agência Lusa que é necessário exigir “uma atitude diferente por parte do Ministério da Agricultura”.
“É necessário criar mercado através da informação e divulgação junto do consumidor do conceito da agricultura biológica”, frisou.
Os produtores pretendem uma redefinição das ajudas à produção e transformação, campanhas de informação dos consumidores e a inclusão destas matérias nos programas escolares e de alimentação.
“O Governo tem que perceber a bondade do modelo de agricultura para o país e que isso tem que implicar os ministérios do ambiente, educação e saúde”, defendeu Alfredo Sendim.
A presidente da Interbio (associação que organizou o congresso), Maria Santos, defendeu também que “é preciso é uma opção política clara por uma fileira importantíssima do ponto de vista da competitividade nacional”.
“Portugal é que tem condições óptimas do ponto de vista agro-ecológica, do combate à desertificação e rejuvenescimento do mundo rural”, assinalou.
Segundo a Interbio dos 400 mil agricultores portugueses, 1300 são produtores de agricultura biológica, detentores de 190 mil hectares, na sua maioria pastagens (criação de carne) e olival (produção de azeite).
Sob o lema “agricultura biológica – Uma aposta para Portugal“, o encontro divulgou ainda as iniciativas nacionais que promovem a utilização de técnicas ecológicas na produção de produtos com a presença de agricultores de vários pontos do país.
Alenquer, 07 Jun
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